Assustadoramente estou chegando na fase dos Chás de Fralda e Festas Infantis. Resolvi então fazer uma espécie de linha do tempo, analisando os tipos de festas em cada fase da vida, percebendo como elas marcam a passagem do tempo.
Das minhas festas infantis mesmo lembro de poucas. A mais marcante, sem dúvidas, foi o aniversário cujo bolo era a cara da Xuxa, que ditava o tema de toda a decoração. Nesse aniversário eu ganhei uma bota linda de plástico azul que amarrava até o joelho.
Depois vieram as festas "boate no play" com celofane nas lâmpadas e dança da vassoura. Os passinhos de dança ensaiados arduamente em casa faziam a festa!
Eu, particularmente, não frequentei muitas, mas existe a fase das festas de quinze anos. Estas sempre cheias de penetras e adolescentes bêbados fazendo merda. Normal. Quase iguais as festas de formatura do colégio, mas nestas a média de idade dos convidados subia uns 3 pontos.
Na faculdade sempre tem as Festas de Faculdade. Pode ser chopada, festas na beira da piscina com sambinha, festas no bar do lado da faculdade, festas com banda dentro da faculdade (da sua ou do seus amigos). Essa é a época com maior diversidade de tipos de festas, mas o básico é sempre o mesmo: jovens querendo encher a cara e pegar o maior número possível de pessoas do sexo oposto (na minha época pessoas que queriam pegar outras pessoas do mesmo sexo ainda não eram muito vistas neste tipo de festa - outro indício da passagem do tempo).
As Festas de Formatura ocupam um bom período quando o fim da faculdade vai chegando. Festas de Faculdade e Formaturas de Faculdade são períodos difíceis de separar, mas enquanto um vai decaindo o outro vai ascendendo.
Nessa hora é que começam os Chás de Panela e seus derivados, seguidos dos Casamentos. Nesse momento começam a surgir também as Festas de Casais, que podem ou não ser casados. Sempre tem nessa galera o amigo que está sempre formando um casal diferente, mas sempre leva alguém pra festa, e o solteiro assumido, que nunca leva ninguém mesmo que exista alguém que poderia ser levado.
Agora chega a fase em que me encontro, as festas infantis de modo geral. Não sei bem o que me espera para o futuro, mas estou pronta para descobrir.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Quando eu tô com fome, tenho uma criatividade culinária incrível. Estava pensando no que escrever e só conseguia pensar em comida. Esse horário é sempre assim. Dia desses saí do trabalho e parei no meio do caminho pra comprar creme de leite pra um molho de macarrão pq tava com desejo... Pense no dia que eu engravidar!!! rsrsrs
Cardápio do Fim de Tarde:
- Hoje é Pão Cacetinho com Queijo Prato e um pouquinho de Manteiga para entupir as artérias
- Ontem foi a vez do Ovo Frito com Queijo
- Teve também o dia do Hamburguer Caseiro, aquele com tudo muito, sacolé? Foram dois dias comendo hamburguer no almoço e no jantar. Por algum motivo desde este dia não consigo mais nem pensar em comer um desses
- O dia do creme de leite foi Macarrão Integral com molho de Espinafre e Creme de Leite
- Tem o Sanduiche de Pão Árabe com Requeijão, Presunto e Queijo
- Macarrão a Bolonhesa com Espinafre foi um dos melhores
- O Risoto de Calabresa com Milho e Ervilha é um clássico da larica
- Tem dias que eu preciiiiiiso comer salada, aí rola a Cama de Folhas basicona, Tomate, Cebola, Cenoura, Milho, Ervilha, Palmito e o que mais tiver. Se rolar aquele resto de Frango Assado de Padaria desfiado eu vou ao delírio
- O Frango Assado de Padaria é um clássicão. Hoje mesmo na pressa do almoço rolou um delicioso.
- Quando se trata de macarrão, aí que a minha criatividade rola solta! Já teve a minha versão do ragu da Piola, só que com Espagueti ai invés de Nhoque; ou o maravilhoso Atum com Molho de Tomate Picante, praticamente pronto no mercado; ou ainda Yakissoba, com uma receita diferente a cada dia (vai depender do que tem na geladeira).
Essas são as receitas testadas, ainda tem várias outras que eu fico ruminando e aperfeiçoando para quando surgir a oportunidade. Quem sabe eu não lanço um livro de receitas a la Jamie Oliver? rsrsrs
Cardápio do Fim de Tarde:
- Hoje é Pão Cacetinho com Queijo Prato e um pouquinho de Manteiga para entupir as artérias
- Ontem foi a vez do Ovo Frito com Queijo
- Teve também o dia do Hamburguer Caseiro, aquele com tudo muito, sacolé? Foram dois dias comendo hamburguer no almoço e no jantar. Por algum motivo desde este dia não consigo mais nem pensar em comer um desses
- O dia do creme de leite foi Macarrão Integral com molho de Espinafre e Creme de Leite
- Tem o Sanduiche de Pão Árabe com Requeijão, Presunto e Queijo
- Macarrão a Bolonhesa com Espinafre foi um dos melhores
- O Risoto de Calabresa com Milho e Ervilha é um clássico da larica
- Tem dias que eu preciiiiiiso comer salada, aí rola a Cama de Folhas basicona, Tomate, Cebola, Cenoura, Milho, Ervilha, Palmito e o que mais tiver. Se rolar aquele resto de Frango Assado de Padaria desfiado eu vou ao delírio
- O Frango Assado de Padaria é um clássicão. Hoje mesmo na pressa do almoço rolou um delicioso.
- Quando se trata de macarrão, aí que a minha criatividade rola solta! Já teve a minha versão do ragu da Piola, só que com Espagueti ai invés de Nhoque; ou o maravilhoso Atum com Molho de Tomate Picante, praticamente pronto no mercado; ou ainda Yakissoba, com uma receita diferente a cada dia (vai depender do que tem na geladeira).
Essas são as receitas testadas, ainda tem várias outras que eu fico ruminando e aperfeiçoando para quando surgir a oportunidade. Quem sabe eu não lanço um livro de receitas a la Jamie Oliver? rsrsrs
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Devaneios
As vezes eu tenho um pouco de medo de mim.
Eu queria me achar normal, pensar coisas normais, mas já percebi que não rola. Parei de tentar ser outra pessoa pra ser eu mesma e deu certo. Estou cada dia mais a vontade comigo mesma.
Tenho um sexto sentido filho da puta (desculpa, mas não tem outra palavra ou expressão que se encaixem aqui). E eu nunca ligava pra ele, achava que era superstição. Não é.
Sou seletiva quando se trata do que vai demorar. Tenho poucos e bons. De tudo que se pode ter.
Quando é passageiro eu quero tudo muito, sem ficar escolhendo. Aproveitar cada minuto como se a vida fosse terminar amanhã.
Tenho medo de entrar na minha concha e quando sair não encontrar ninguém. Isso porque gosto de ficar sozinha comigo e me perco nisso. Preciso de mim de vez em quando.
Gosto de três tipos de comida: boa, muita e trash.
As vezes eu me acho gorda, feia e chata. As vezes não.
Sou mais feliz do que triste.
Sou otimista, tenho fé na vida e nas pessoas.
No final tudo acaba bem. Não está bem? Então não chegou no final...
Eu queria me achar normal, pensar coisas normais, mas já percebi que não rola. Parei de tentar ser outra pessoa pra ser eu mesma e deu certo. Estou cada dia mais a vontade comigo mesma.
Tenho um sexto sentido filho da puta (desculpa, mas não tem outra palavra ou expressão que se encaixem aqui). E eu nunca ligava pra ele, achava que era superstição. Não é.
Sou seletiva quando se trata do que vai demorar. Tenho poucos e bons. De tudo que se pode ter.
Quando é passageiro eu quero tudo muito, sem ficar escolhendo. Aproveitar cada minuto como se a vida fosse terminar amanhã.
Tenho medo de entrar na minha concha e quando sair não encontrar ninguém. Isso porque gosto de ficar sozinha comigo e me perco nisso. Preciso de mim de vez em quando.
Gosto de três tipos de comida: boa, muita e trash.
As vezes eu me acho gorda, feia e chata. As vezes não.
Sou mais feliz do que triste.
Sou otimista, tenho fé na vida e nas pessoas.
No final tudo acaba bem. Não está bem? Então não chegou no final...
terça-feira, 28 de setembro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
O problema da espera (apenas duas palavras que aparecem muito)
Odeio viver da espera. Não tem nada pior que esperar. Sério mesmo. Não pego fila nem com a porra. Só se não tiver outra alternativa. E ainda assim pesquiso para saber qual a menor fila possível. Já tenho até uma lista das menores filas de banco da região. Alguns amigos fazem graça dizendo que eu sei andar em (quase) todos os buracos de Salvador, só por que eu conheço uma quantidade razoável de caminhos alternativos para os engarrafamentos.
O problema é quando não tem como burlar a espera. E ela não tem data para terminar. E todo mundo fica te perguntando quando vai acontecer. E você não tem a resposta. E as pessoas ficam frustradas por você. Mas você não quer frustrar ninguém. Mas mesmo assim elas ficam frustradas. E aí você fica mal duas vezes, por você e pelos outros. E a sua paciência vai acabando. E você nem pode descontar a sua impaciência em lugar nenhum porque ninguém tem culpa pelos seus problemas. E se você colocar a culpa em alguém vai ficar mal três vezes, ao invés de duas. E você trabalha a criatividade pra tentar arrumar uma saída e mesmo assim não acha. Mesmo você sendo a melhor pessoa que você conhece para arrumar soluções para problemas sem solução.
E aí você fica deprê porque tem que esperar. Por que as pessoas estão frustradas. Por que você não tem em quem botar a culpa. Por que você não acha solução para o seu problema. Por que você começa a duvidar da sua capacidade de resolver o seu problema.
O problema é quando não tem como burlar a espera. E ela não tem data para terminar. E todo mundo fica te perguntando quando vai acontecer. E você não tem a resposta. E as pessoas ficam frustradas por você. Mas você não quer frustrar ninguém. Mas mesmo assim elas ficam frustradas. E aí você fica mal duas vezes, por você e pelos outros. E a sua paciência vai acabando. E você nem pode descontar a sua impaciência em lugar nenhum porque ninguém tem culpa pelos seus problemas. E se você colocar a culpa em alguém vai ficar mal três vezes, ao invés de duas. E você trabalha a criatividade pra tentar arrumar uma saída e mesmo assim não acha. Mesmo você sendo a melhor pessoa que você conhece para arrumar soluções para problemas sem solução.
E aí você fica deprê porque tem que esperar. Por que as pessoas estão frustradas. Por que você não tem em quem botar a culpa. Por que você não acha solução para o seu problema. Por que você começa a duvidar da sua capacidade de resolver o seu problema.
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